Você é o que diz Ser?

gospel, pensamentos 16 novembro 2007 | 5 Comentários

Você já reparou que o fumante fica com o cheiro do cigarro mesmo depois de tê-lo apagado? O interessante é que ele mesmo não percebe o odor, mas quem está a sua volta percebe.

Acontece a mesma coisa com as nossas atitudes. Podemos ir à igreja, servir como voluntário, tomar ceia, falar bonito, etc… mas continuarmos não sendo reflexos de Cristo para o mundo. E o pior é que podemos não perceber isso, pois a atitude errada virou costume.

Mas as pessoas que estão à nossa volta percebem muito bem isso e tiram conclusões. Através das suas atitudes elas notam se você realmente acredita naquilo que prega e se realmente é aquilo que diz ser: filho de Deus.

Por isso não basta sair por aí pregando se não há primeiramente vida cristã genuína. Não iremos impactar ninguém se primeiro não formos impactados.

Sugiro a recomendação de Paulo:

Examine-se, pois, o homem a si mesmo…” – 1 Coríntios 11:28

A revolução começa em você!

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5 Comentários em “Você é o que diz Ser?”

  1. Rap disse:

    O velho praticar deveria ser uma constante na vida, não somente do cristão mas de todos que acreditam em algo…

  2. Ricardo disse:

    ser é melhor do que fazer.

  3. Everson disse:

    Muito boa a ilustração do fumante.

    Pra que serve a luz que não acende a escuridão? Pergunta a música do Fruto Sagrado

  4. Júlio disse:

    O livro “Hábitos da Mente” tem um capítulo que fala sobre isso. Como podemos saber que a verdade é verdade e que só ela pode nos tirar do coma em que vivemos, mesmo assim conseguimos viver paralelamente a ela, como se existissem as meias-verdades.
    Mas que praticar o que prega é uma parada rock’n'roll de conseguir, isso é! Muito difícil.

  5. Jeff disse:

    Um filho de Deus é aquele cara que, quando menos percebe, surge com as características do Pai impregnadas, como um cheiro ou algo do tipo. Nossas mães geralmente notam isso em nós quando crescemos: “tem a mania do pai, fala igual ao pai, anda igual ao pai” ou algo do tipo. E isso é gerado da convivência com nosso homem-referencial, o pai, e floresce quase que de forma involuntária.
    Assim é o filho de Deus: “do nada” ele começa a agir como Deus, falar como Deus, andar como Deus, sofrer como Deus. E a partir daí abre-se o mar entre “ser” e “parecer”. Tem que deixar o DNA aparecer.

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