Você é o que diz Ser?
Você já reparou que o fumante fica com o cheiro do cigarro mesmo depois de tê-lo apagado? O interessante é que ele mesmo não percebe o odor, mas quem está a sua volta percebe.
Acontece a mesma coisa com as nossas atitudes. Podemos ir à igreja, servir como voluntário, tomar ceia, falar bonito, etc… mas continuarmos não sendo reflexos de Cristo para o mundo. E o pior é que podemos não perceber isso, pois a atitude errada virou costume.
Mas as pessoas que estão à nossa volta percebem muito bem isso e tiram conclusões. Através das suas atitudes elas notam se você realmente acredita naquilo que prega e se realmente é aquilo que diz ser: filho de Deus.
Por isso não basta sair por aí pregando se não há primeiramente vida cristã genuína. Não iremos impactar ninguém se primeiro não formos impactados.
Sugiro a recomendação de Paulo:
“Examine-se, pois, o homem a si mesmo…” – 1 Coríntios 11:28






O velho praticar deveria ser uma constante na vida, não somente do cristão mas de todos que acreditam em algo…
ser é melhor do que fazer.
Muito boa a ilustração do fumante.
Pra que serve a luz que não acende a escuridão? Pergunta a música do Fruto Sagrado
O livro “Hábitos da Mente” tem um capítulo que fala sobre isso. Como podemos saber que a verdade é verdade e que só ela pode nos tirar do coma em que vivemos, mesmo assim conseguimos viver paralelamente a ela, como se existissem as meias-verdades.
Mas que praticar o que prega é uma parada rock’n'roll de conseguir, isso é! Muito difícil.
Um filho de Deus é aquele cara que, quando menos percebe, surge com as características do Pai impregnadas, como um cheiro ou algo do tipo. Nossas mães geralmente notam isso em nós quando crescemos: “tem a mania do pai, fala igual ao pai, anda igual ao pai” ou algo do tipo. E isso é gerado da convivência com nosso homem-referencial, o pai, e floresce quase que de forma involuntária.
Assim é o filho de Deus: “do nada” ele começa a agir como Deus, falar como Deus, andar como Deus, sofrer como Deus. E a partir daí abre-se o mar entre “ser” e “parecer”. Tem que deixar o DNA aparecer.