“Com freqüência, parece que a honestidade e a integridade não compensam no curto prazo, enquanto a desonestidade e a falta de integridade sim. Quantas vezes ouvimos quem diga: ‘Faça aos outros antes que eles façam com você’ ou ‘Nenhum bom feito sai impune’? Na Bíblia (como na vida empresarial e organizacional), aqueles que agem mal acabam arcando com as conseqüências e os virtuosos têm suas recompensas, embora não sem muito sofrimento desnecessário. Bom seria se as pessoas pudessem ser mais honestas.” - Lorin Woolfe no livro Liderança na Bíblia (pág. 21).
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Hoje é dia 26 de dezembro, um dia após a celebração do Natal. Nesta época as famílias e amigos trocam presentes, se reúnem e festejam. As casas são decoradas, cartões com mensagens de amor e carinho são enviados para as pessoas amadas e um clima de alegria contagia a (quase) todos.
Parece que alguma coisa realmente especial aconteceu algum dia. Então é lembrado que uma pessoa diferente nasceu neste planeta. Esta pessoa marcou a história para sempre. Esse alguém se chamou Jesus, viveu e morreu nesta terra. Mas afinal, que diferença faz Jesus ter nascido?
Bom, alguns diriam que sem ele não teríamos um grande exemplo de líder carismático e amoroso. Um homem possuidor de um dom incrível de comunicar e fazer discípulos. Mesmo que não gostem, a figura de Jesus não poderia ser anulada.
Mas, o que dizer então da declaração profética de Isaías:
“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz.”
ou do relato do evangelho de Mateus:
“ela [Maria] dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados. [..] o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco.”
O relato dos evangelhos nos mostram um Jesus que fez e faz toda a diferença. Mostram que o seu nascimento marca o início da maior missão já realizada pelo Deus criador: se fazer homem. Ele agora é “Deus conosco”. O Deus invisível que se torna palpável. Aquele pequeno bebê nascido em uma humilde manjedoura não é apenas mais um personagem das nossas decorações natalinas, é a esperança do mundo.
O nascimento de Jesus é a declaração maior do amor do Criador pela criatura, o ápice do romance divino. Jesus nasce para que também possamos nascer, não da carne, mas de Deus. Do dependente bebê ao homem pendurado na cruz se cumpre o plano da redenção final do homem. E assim como nasceu para a vida, também ressurge da morte (como poderia morrer aquele que é a própria vida?).
Essa é a diferença, Ele nasceu por que te ama como ninguém jamais amará:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16
O criacionismo se espalha pelas escolas confessionais brasileiras - e não apenas no ensino religioso, mas nas aulas de ciências. Escolas tradicionais religiosas como Mackenzie, Colégio Batista e a rede de escolas adventistas do País adotam a atitude de não separar religião e ciência nas aulas, levando aos alunos a explicação cristã sobre a criação do mundo junto com os conceitos da teoria evolucionista. [...] Leia a matéria completa
É claro que os cientistas, ateus e indecisos irão torcer o nariz para esta notícia, porém creio ser válido as escolas adotarem a exposição em sala de aula de um ponto de vista contrário à evolução das espécies, que em muitos lugares é apresentada não mais como apenas uma teoria.
Hoje é comemorado o dia de Ação de Graças, o famoso “Thanksgiving” americano. Apesar de não ser um feriado nacional, como nos EUA, a data (quarta quinta-feira de Novembro) está no calendário oficial do país desde 1965. Como o próprio nome sugere, a intenção é que este dia seja reservado para agradecer a Deus pelos bons acontecimentos do ano.
Respondendo ao convite do Whaner (via Twitter), decidi listar os meus cinco motivos principais de gratidão a Deus deste ano. Creio que essa reflexão é muito saudável para nos lembrarmos do quanto Deus tem sido bondoso para conosco, isso nos ajuda a trazer à memória aquilo que nos dá esperança.
Então, agradeço a Deus por…
- ter completado um ano de casamento com uma mulher tão amiga, companheira e linda;
- ter me ajudado e ensinado tanto neste primeiro ano do bacharel em Teologia;
- ter me dado um sobrinho e por ver o meu irmão se tornar um pai maravilhoso;
- ter me dado a oportunidade de trabalhar em uma das maiores empresas do país;
- ser a minha rocha, refúgio e salvador da minha alma.
E você, qual é o seu thanksgiving?
“Nós amamos, servimos e cuidamos dos outros porque esta é a conduta normal de pessoas cheias do Espírito de Deus. Somos cristãos. Cristo foi o servo maior. Não podemos deixar de servir porque o Espírito do Servo tem enchido o nosso coração. Quando servimos, estamos sendo apenas quem naturalmente somos.” - Steve Sjogren, trecho do livro Seeing Beoynd Church Walls
Os problemas da nossa sociedade e da Igreja brasileira são visíveis, não precisam que ninguém os aponte. O que precisamos são soluções.
Uma pergunta que devemos cada vez mais nos fazermos é: “como?”. Como nós, cristãos e cidadãos brasileiros, conscientes da realidade da nossa nação, podemos influenciar e gerar transformação na prática?
Bom, o primeiro passo é votar conscientemente. Mas, quais são os próximos? Como Igreja, devemos respostas à sociedade, isso se somos realmente agentes transformadores comissionados por Deus. Nossa área de atuação não pode se restringir apenas aos prédios de nossas igrejas, pois assim não passaríamos de mais um grupo religioso fechado em seu próprio mundo. Nossa prática de boas obras devem ser visíveis para que Deus seja exaltado.
Precisamos de mais prática e menos discurso. Como dizia Michaelangelo: “Critique criando”.
Sugestões (soluções)?
